quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Leis da Espiritualidade

Quatro Lies da espiritualidade

Na Índia, são ensinadas as "Quatro Leis de Espiritualidade"

A primeira diz:
"A pessoa que vem é a pessoa certa"
Significando que ninguém entra em nossas vidas por acaso, todas as
pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, há algo para nos fazer
aprender e avançar em cada situação.

A segunda lei diz:
"O que aconteceu? A única coisa que poderia ter acontecido?
Nada, nada, absolutamente nada que nos acontece em nossas vidas
poderiam ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum
"se eu tivesse feito tal coisa ..., aconteceu que um outro ...". Não! O
que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e aconteceu para nós
aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações
que acontecem em nossas vidas são perfeitas.

O terceiro diz:
"Toda vez que você iniciar é o momento certo"
Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos
prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que a coisas acontecem.

E o quarto e último:
"Quando algo termina, ele termina"
Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa
evolução, por isso é melhor sair, ir em frente e seguir em frente e se
enriqueceram a experiência. Acho que não é por acaso que estão a ler
isto, se este texto vem a nossa vida hoje, é porque estamos preparados
para entender que nenhum floco de neve cai sempre no lugar errado!

Compreender é um ato de Amor

Compreender é um ato de Amor

Um indivíduo estava colocando flores no túmulo de um parente quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado. Ele pergunta ao chinês:


- "Desculpe, mas o senhor acha que o seu defunto virá comer o arroz?" Ao que o chinês responde:


- "Sim, e geralmente na mesma hora em que o seu vem cheirar as flores!"


Julgamos tudo que é diferente. Mas respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma das grandes virtudes que um ser humano pode ter. As pessoas são diferentes, agem diferentes e pensam diferentes.


Sempre melhor tentar compreender do que, simplesmente, julgar.

Cachaça Cultural

Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.
Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.
Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.O que fazer agora?
A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado.
Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.
Resultado: o 'azedo' do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente..
Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome 'PINGA'.
Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de 'ÁGUA-ARDENTE' .
Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.
E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.

(História contada no Museu do Homem do Nordeste).
Não basta beber..., tem que conhecer.

Poema- Fernando Pessoa

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,


mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.


Que posso evitar que ela vá a falência.


Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver


apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.


Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e


se tornar um autor da própria história.


É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar


um oásis no recôndito da sua alma .


É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.


Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.


É saber falar de si mesmo.


É ter coragem para ouvir um 'não'.


É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?


Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

(Fernando Pessoa)

O Idiota e a Moeda

O IDIOTA E A MOEDA (Arnaldo Jabor)

Conta-se que numa pequena cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da cidade. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor de 2.000 REIS.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
“Eu sei", respondeu o tolo.
“Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda".


Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.


A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.


Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.


"O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente."

O Barulho da Carroça..

O Barulho da Carroça

Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no

bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira

depois de um pequeno silencio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia ...
Perguntei ao meu pai:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça

está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais,

gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura

inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo,

e querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta,

tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo: Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz...

Pão Com Manteiga

Pão com Manteiga

Pão com Manteiga

Conta a história que um casal tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata.
A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo.
Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe
dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida".
Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:
- Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como
você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!

Moral da história:
Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe...
Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você...
Deixe-o falar, peça-o para falar e quando não entender, não traduza sozinho. Peça que ele se explique melhor.