quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Regras de Convivência.

REGRAS DE BOA CONVIVÊNCIA
• Seja alegre e comunicativo. Um “bom dia”, um “alô” custam pouco e rendem muito;

• Seja simples e modesto. Se você possui qualidades “notáveis”, cedo ou tarde os outros notarão isso, como também descobrirão suas imperfeições;

• Não economize sorriso: de todas as moedas circulantes no comércio da vida, o sorriso é a que compra maior porção de alegria pelo menor preço;

• Por falar nisso, não compre briga porque sai caro;

• Interesse-se pelos outros. Só assim os outros acharão você interessante;

• Seja um bom conversador deixando que os outros falem mais;

• Seja otimista. Quem vê tudo na existência pelo lado sombrio do derrotismo raramente cruza com amigos na rua porque a maioria deles dobra a esquina para escapar do encontro;

• Faça aos outros, em lugar de críticas, quantos elogios puder fazer honestamente. As pessoas de um modo geral adoram ouvi-los e quando os recusam talvez no fundo esperem ser elogiados por isso;

• Com os inimigos, declarados ou gratuitos, mantenha a sobriedade do cavalheirismo. Não fale mal por trás nem perca uma oportunidade de reconciliação, dando o primeiro passo, pois nada lhe garante que no dia seguinte um deles não seja a única pessoa capaz de “salvar a sua vida”;

• Compreenda que as pessoas que pensam diferente estão sinceramente convencidas de que o errado é você.

Extraído do livro de Sonia Jordão: A Arte de Liderar – Vivenciando Mudanças num Mundo Globalizado.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Tempo!



"Por quê o tempo parece acelerar?"
Airton Luiz Mendonça

O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos. Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio... você começará a perder a noção do tempo. Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea. Então... quando tempo suficiente houver passado, você perderá completamente a noção das horas, dos dias... ou anos. Estou exagerando para efeito didático, mas em essência é o que ocorreria.

Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol. Se alguém tirar estes sinais sensoriais da nossa vida, simplesmente perdemos a noção da passagem do tempo.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar: nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.

Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade. Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia. Para que não fiquemos loucos, o cérebro faz parecer que nós não vimos, não sentimos e não vivenciamos aqueles pensamentos automáticos, repetidos, iguais.

Por isso, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo. Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e "apagando" as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir, tudo parece muito complicado, o câmbio, os espelhos, os outros veículos... nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular (proibido no Brasil), ao mesmo tempo. E você usa apenas uma pequena "área" da atenção para isso.

Como acontece? Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência). Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa... são apagados de sua noção de passagem do tempo... Porque estou explicando isso? Que relação tem isso com a aparente aceleração do tempo? Tudo.

A primeira vez que isso me ocorreu foi quando passei três meses nas florestas de New Hampshire, Estados Unidos, morando em uma cabana. Era tudo tão diferente, as pessoas, a paisagem, a língua, que eu tinha dores de cabeça sempre que viajava em uma estrada, porque meu cérebro ficava lendo todas as placas (eu lia mesmo, pois era tudo novidade, para mim). Foram somente três meses, mas ao final do segundo mês eu já me sentia como se estivesse há um ano longe do Brasil. Foi quando comecei a pesquisar a razão dessa diferença de percepção.

Bastou eu voltar ao Brasil e o tempo voltou a "acelerar". Pelo menos, assim parecia. Veja, quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir -- as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo. Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a...r-o-t-i-n-a.

Não me entenda mal. A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.

O ANTÍDOTO PARA A ACELERAÇÃO DO TEMPO: "M &M"


Felizmente há um antídoto: Mude e Marque. Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos. Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e
marque com fotos, cartões postais e cartas. Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia); Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais. Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe da formatura de sua turma, visite parentes distantes, vá a uma final de campeonato, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, ou faça os enfeites com frutas da região e a participação das crianças, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.

Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor -- faça diferente. Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes. Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes. Seja diferente.

Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos... em outras palavras... V-I-V-A. Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo. E se tiver a sorte de estar casado(a) com
>alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o... do que a  maioria dos livros da vida que existem por aí. Se você não tiver mais a esposa, ou o marido, cerque-se de amigos. Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

AVOAR, Brincadeiras, Cantigas e muito Humor em Cartaz -SP


"AVOAR"
Numa metrópole qualquer, entre edifícios e em meio à confusão do dia-a-dia, personagens melancólicos movidos pela saudade de um tempo feliz, perdido em suas lembranças, quebra a monotonia e frieza da cidade com brincadeiras e canções. Saem então em busca da alegria perdida personificada em UMA LUA, UMA PALMEIRA E UMA CANÇÃO, pedidas na brincadeira “Boca de Forno”. A partir daí o enredo ganha forma através de um jogo lúdico de ação e de belas canções.
Os Clowns, que permeiam perfeitamente pelo universo adulto e infantil, passeiam por cantigas de roda, parlendas e brincadeiras (como Senhora dona Sancha, Mãe da Mula, João bobo, entre outras) e recuperam o espírito infantil e a magia da descoberta.
O cenário, adereços e figurinos compostos de coisas simples do cotidiano, materiais reutilizáveis e recicláveis assumem contornos lúdicos.
As músicas executadas ao vivo criam uma atmosfera de imaginação e alegria.

Elenco:
Angela Lyra
Chico Cabrera
Emerson Ribeiro
Fernanda Capucho
Gabriel Ivanoff
Rita Iwannoff
Leandro Pacheco

 

Texto - Vladimir Capella

Direção Musical - Thiago Freire

Direção Geral - Chico Cabrera


Teatro Coletivo
Rua da Consolação 1623 Tel. 3255-5922
Domingos 16 H  Ingresso R$ 30,00 - 50% estudantes, terceira Idade
Apresentações especiais para Empresas, Escolas e Grupos (11) 4232-2590
Estacionamento conveniado : Rua da Consolação 1681Acesso para deficientes
Lotação: 134 lugares
Estréia  10 abril a 26 de Junho - curta temporada


Visite  www.ciapicnic.com http://www.youtube.com/watch?v=8ymvCB3Nyuc

Panos e Lendas de Volta em Cartaz!


Panos e Lendas narra a criação do mundo falando do homem, sobre o olhar de dois índios as suas raízes, seus costumes, mostrando o ciclo da vida com ternura e simplicidade. Recheado de lendas brasileiras como a da cana de açúcar entre outras, Parlenda, do macaco e o grão de milho, cantigas de roda e de ninar, como Terezinha de Jesus, o Cravo brigou com a Rosa, Tutu Marambá e outras, cantadas e tocadas ao vivo pelos atores. O espetáculo com 11 anos de sucesso com mais de 1100 apresentações!
Uma Festa cantada e dançada para todo mundo ver!

Elenco:
Ângela Lyra
Débora Martins
Gabriel Ivanoff
Fernanda Capucho
Luian Borges
Rita  Iwannoff
Chico Cabrera.
Valdir Caldeira

Texto: Vladimir Capella e José Geraldo Rocha.

Direção: Chico Cabrera.


Teatro Coletivo
Rua da Consolação 1623 Tel. 3255-5922
Sábados 16 H  Ingresso R$ 30,00 - 50% estudantes, terceira Idade
Apresentações especiais para Empresas, Escolas e Grupos (11) 4232-2590

Estacionamento conveniado : Rua da Consolação 1681
Acesso para deficientes
Lotação: 134 lugares
Estréia 16 de abril a 25 de Junho - curta temporada




http://www.youtube.com/watch?v=TZ6Y78bsBBk